terça-feira, 1 de setembro de 2015

Campo Grande e Ponta Porã receberão profissionais do Mais Médicos em setembro

As vagas foram preenchidas na segunda chamada do edital de reposição

DA REDAÇÃO31 de Agosto de 2015 | 17h38

A partir desta terça-feira (1º), dois médicos brasileiros iniciarão as atividades em dois municípios sul-mato-grossenses -- Campo Grande e Ponta Porã -- por meio do Programa Mais Médicos. As vagas foram preenchidas na segunda chamada do edital de reposição, publicado em julho deste ano.

Em todo o país, serão 60 profissionais em 60 cidades nesta fase. Com isso, 100% da demanda nesta etapa foi atendida com profissionais brasileiros formados no país. A atuação desses participantes levará assistência a mais 200 mil pessoas de todas as regiões.

“A participação recorde de profissionais brasileiros que estamos obtendo com as chamadas neste ano demostra a consolidação do Programa. Agora, serão mais 60 municípios que receberão médicos para seguir desenvolvendo as atividades com atendimento na atenção básica, realizando consultas, ações de promoção da saúde até atendimentos de pequenas urgências”, destaca o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto.

Os médicos selecionados nesta etapa têm até hoje (31) para apresentar as documentações aos gestores municipais. O Nordeste foi a região mais beneficiada, com 24 médicos. O Sudeste receberá 20 profissionais, seguido do Centro-Oeste (7), Sul (7) e o Norte com 2 participantes alocados.

Ao todo, 276 vagas foram solicitadas por 200 municípios no edital de reposição, sendo oito delas em quatro cidades de Mato Grosso do Sul. Na primeira chamada, 266 profissionais foram alocados em 193 cidades. No entanto, além das dez oportunidades não preenchidas no primeiro chamamento, outros 50 médicos não confirmaram a participação e tiveram as vagas reabertas na segunda chamada.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Depois de Maracaju, Ponta Porã aparece na relação dos principais produtores de soja de Mato Grosso do Sul nesta safra, com 504,252 mil toneladas;

MS registra a maior safra de soja de sua história, 6,890 mi de toneladas

Produção cresceu em razão do aumento da área e da produtividade.
Maracaju se manteve como o principal produtor de soja do estado.

Anderson Viegas Do Agrodebate
Soja armazena em silos em Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução/TV Morena) 
MS registrou a maior safra de soja de sua história no ciclo 2014/2015 (Foto: Reprodução/TV Morena)

Mato Grosso do Sul encerrou nesta semana a colheita da safra de soja e registrou no ciclo 2014/2015 a maior produção de soja de sua história, com 6,890 milhões de toneladas. O número foi divulgado pelo Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga), da Associação dos Produtores da Oleaginosa (Aprosoja/MS), nesta quarta-feira (8).
Em relação as 6,148 milhões de toneladas colhidas na temporada passada, o incremento neste ciclo foi 12%. Esse aumento de produção se deve ao crescimento de 8,4% na área cultivada com a oleaginosa na comparação das duas safras (2013/2014 e 2014/2015), que passou de 2,120 milhões de hectares para 2,300 milhões de hectares e também a ampliação de 3,3% na produtividade, que subiu de 48,3 sacas por hectare (2.900 quilos por hectare) para 49,9 sacas por hectare (2.995 quilos por hectare).
Conforme o Siga, o município de Maracaju, a 157 quilômetros de Campo Grande se manteve nesta temporada como o principal produtor de soja do estado. Os produtores da cidade cultivaram 249,960 mil hectares com a oleaginosa, o que representou 13,56% de toda a área semeada com o grão em Mato Grosso do Sul e colheram 778,405 mil toneladas, o equivalente a 11,29% da produção sul-mato-grossense.
Depois de Maracaju, aparecem na relação dos principais produtores de soja de Mato Grosso do Sul nesta safra as cidades de: Ponta Porã, com 504,252 mil toneladas; Sidrolândia, com 481,218 mil toneladas, Dourados, com 457,222 mil toneladas  e São Gabriel do Oeste, com 343,099 mil toneladas.
Em contrapartida, a maior produtividade do ciclo foi obtida em Itaporã, com 3.235 quilos por hectare, ou 53 sacas por hectare. Depois, com 52 sacas por hectare aparecem Chapadão do Sul e Sonora, e com 51 outros cinco municípios: Alcinópolis, Costa Rica, Maracaju, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia. Já a menor rentabilidade das lavouras foi registrada em Dourados, Fátima do Sul, Itaquiraí e Nova Alvorada do Sul, com média de 46 sacas por hectare.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Localização do Município de Ponta Porã

Localização

O município de Ponta Porã está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Dourados) e faz divisa com a cidade de Pedro Juan Caballero no país vizinho, Paraguai. A localização geográfica do município fica entre os paralelos 21º e 23º, com latitude de 23º32’30” Sul e longitude de 55°37’30” Oeste. Distâncias:
Outras distâncias:

domingo, 5 de abril de 2015

Municípios discutem ações de desenvolvimento sustentável

Divulgação
O último encontro: bom público
Evento acontece em Brasília, de 7 a 9 de abril, com a participação do MMA.
Por: Tinna Oliveira - Editor: Marco Moreira
Interessados em participar do III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), que acontece de 7 a 9 de abril, em Brasília, podem se inscrever pelo site oficial do evento. Representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) estarão presentes durante os três dias de encontro. Os participantes terão a oportunidade de saber mais sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a Política Nacional de Recursos Hídricos, dentre outros temas.

O objetivo do encontro é fomentar o diálogo entre os gestores públicos e incentivar a construção conjunta de uma agenda positiva e propositiva em torno da sustentabilidade urbana no país. O evento contará, por exemplo, com Arenas de Diálogos (debates com especialistas), palestras com recursos tecnológicos e audiovisuais, Praças de Boas Práticas, Salas Temáticas, feira de exposição e divulgação de experiências exitosas dos municípios.

O III EMDS é uma realização a Frente Nacional de Prefeitos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). O eixo central desta terceira edição é “Nova governança federativa e o papel das cidades no Brasil e no mundo”. Os eixos temáticos incluem: empreendedorismo e desenvolvimento sustentável, crise hídrica, Objetos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), mobilidade urbana, governança, desafios da saúde pública e cidades e democracia (reforma política, reforma federativa e participação social).

SERVIÇO
III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS)
Data: 7 a 9 de abril de 2015
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília
 
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) (61) 2028.1227

Links:
Faça as inscrições aqui

sábado, 4 de abril de 2015

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Proposta prevê estágio obrigatório para alunos de medicina no SUS
 
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel 
         
Os estudantes de medicina terão de fazer estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). O estágio será na atenção básica, em urgência e emergência, e corresponderá a pelo menos 30% da carga horária prevista para o internato da graduação. Além disso, os alunos passarão a cada dois anos por avaliação obrigatória e classificatória para programas de residência médica. Essas são algumas das mudanças curriculares apresentadas hoje (26) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
No documento apresentado nesta quarta-feira, o CNE estabelece seis anos para a graduação, descartando as possibilidades apresentadas inicialmente pelo governo de que o curso tivesse a duração de oito anos.
A reformulação das diretrizes curriculares faz parte da Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, no ano passado. O CNE ainda está recebendo as últimas sugestões e têm um mês para apresentar a
versão definitiva ao Ministério da Educação (MEC).  As diretrizes atuais foram definidas em 2001.
Pelas novas diretrizes, 35% da carga horária da graduação deverão ser voltadas à prática. Dessa carga, 30% serão no SUS. O restante da carga horária deverá incluir clínica médica, cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria, saúde coletiva e saúde mental. Quanto à avaliação dos alunos, será nacional, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As diretrizes estipulam também uma maior articulação com a residência médica, que terá como prioridade o atendimento no SUS. A partir de 2018, a residência deverá ser universalizada, ofertada a todos os egressos de 2017.
Os cursos de medicina em funcionamento terão prazo de um ano para implementar as diretrizes às turmas abertas, após a publicação das mudanças. Os estudantes matriculados, antes da vigência das novas regras, poderão graduar-se conforme as diretrizes de 2001 ou optar pelas novas, dependendo da instituição.
A expectativa, com o Mais Médicos, é a abertura de 11.447 vagas em cursos de medicina até 2017 — sendo 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, para a universalização, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas.
Presente na reunião de apresentação das diretrizes, a coordenadora-geral da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina, Monique França, disse que falta detalhamento das novas propostas, como, por exemplo, de que forma as aulas práticas serão melhoradas, e que devem ser levadas em consideração as especificidades de cada região do país.
A estudante também fez críticas à avaliação nacional. Segundo ela, uma única prova para todo o país não irá abordar aspectos regionais, e, sendo obrigatória e pré-requisito para a residência, poderá prejudicar os estudantes e levar ao ranqueamento das instituições avaliadas. "As atuais diretrizes foram discutidas por quase uma década, essas em 180 dias", ressaltou, dizendo que poucas propostas dos estudantes foram acatadas.
As escolas de medicina também fizeram considerações sobre a avaliação dos estudantes. A presidenta da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Janete Barbosa, destacou a importância das avaliações institucionais. "As especificidades das instituições devem ser levadas em conta. Isso é importante para que as escolas saibam onde se encontram mais fortes e mais frágeis e possam buscar apoio nesse sentido". Para Janete, o processo de implementação das novas diretrizes é "longo, estamos trabalhando com a formação, com valores".   
O pesquisador e professor de pós-graduação do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa José Lúcio Machado comparou a avaliação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - usado como vestibular nacional para ingresso no ensino superior - e disse que considera a iniciativa um avanço na entrada para a residência médica.
O secretário de Educação Superior e presidente da Comissão Nacional de Residência Médica, Paulo Speller, acredita que o fato de os estudantes terem de permanecer mais tempo atendendo pelo SUS forçará o sistema a se preparar para receber os alunos e profissionais. "Será necessária a infraestrutura adequada para o cenário de prática. Só podemos expandir as vagas nos novos cursos se tivermos como base uma infraestrutura adequada", disse.
A criação de vagas nas particulares, que terão a maior parcela, por meio de editais foi alvo de
críticas das instituições privadas.
Atualmente, o Brasil tem uma média de 1,8 médico por mil habitantes. Com o Mais Médicos, o objetivo é chegar a 2,7 médicos por mil habitantes em 2026, além da distribuição desses profissionais por áreas com déficit de médicos.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

PSB/Rede e as alianças realistas

A confirmação da candidatura do deputado Márcio França ao governo de São Paulo, e as decisões de apoio aos candidatos Pimenta da Veiga e Miro Teixeira, em Minas e Rio, respectivamente, indicam que prevalece uma linha realista nas negociações entre o PSB e Rede na definição das alianças estaduais.
O PSB sai com um candidato próprio em São Paulo, reafirma o acordo  com o PSDB em Minas, que  tem recíproca dos tucanos em Pernambuco, e apoia a chapa do Pros, no Rio, com Miro Teixeira para o governo e o ex-jogador e atual deputado federal, Romário, para o Senado.
Outra decisão fugiria à lógica eleitoral que ainda prevalece sobre o sonho da rede de uma “política nova” , cuja implementação carece de mais clareza quanto às suas bases de construção.
A nova política depende mais de uma revolução de costumes do que legislativa ou determinante do fim de alianças heterogêneas.
Extrai-se dessas definições o critério objetivo e estratégico que as orientaram, preservando candidaturas competitivas e evitando rupturas politicamente prejudiciais ao interesse maior da oposição, que representam Aécio Neves e Eduardo Campos, de chegar à presidência da República.
Marina Silva tenta emplacar os interesses da Rede, o que é legítimo, mas os candidatos de sua preferência em estados estratégicos, como Minas e São Paulo, não são competitivos e suas escolhas privilegiariam o sonho em detrimento de uma estratégia com potencial vitorioso.
Entre os colégios eleitorais decisivos, o Rio foi  exceção, pois Miro Teixeira tem o apoio da ex-senadora.
O desfecho desse embate natural dentro de uma aliança, é uma opção pela competitividade acima da mensagem e parece mostrar à ex-senadora que o caminho mais simples talvez esteja na consolidação de candidaturas de escolha da Rede em estados  de menor potencial de conflito com o PSB.
Uma espécie de costura de fora para dentro do mapa eleitoral em relação aos centros de maior densidade e  influência , iniciando um processo de capilaridade da Rede, que poderá fortalecê-la quando partido político.
O cronograma eleitoral não favorece uma postura inflexível dentro de uma aliança que ainda precisa resgatar o tempo perdido e ganhar visibilidade.