quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Dez municípios concentram mais da metade da produção de soja de MS

Maracaju se manteve como maior produtor estadual, com 842,376 mil t.

Maior produtividade foi registrada em São Gabriel, 56 sacas por hectare.

Anderson ViegasDo G1 MS

Colheita da soja foi encerrada oficialmente em Mato Grosso do Sul, que registrou maior safra de sua história (Foto: Reprodução/TV Morena)Colheita da soja foi encerrada oficialmente em Mato Grosso do Sul, que registrou maior safra de sua história (Foto: Reprodução/TV Morena)
Grupo de dez municípios das regiões sul, norte e central de Mato Grosso do Sul concentrou 56,88% do total produzido pelo estado na recém encerrada safra 2015/2016 de soja. Juntas, essas cidades colheram nesta temporada 4,320 milhões de toneladas, enquanto que a produção do estado atingiu o volume recorde de 7,597 milhões de toneladas, de acordo com dados do Sistema de Informação Geográfia do Agronegócio (Siga), da Associação dos Produtores da oleaginosa (Aprosoja/MS).
Conforme a Aprosoja/MS, o município de Maracaju, na região sul, se manteve com o principal produtor de soja do estado. Com uma área cultivada de 268,958 mil hectares, os sojicultores locais colheram 842,376 mil toneladas do grão, o que representou uma média de produtividade de 3.132 quilos por hectare ou 52,2 sacas por hectare.
Além de Maracaju, compõem o top “dez” da produção de soja sul-mato-grossense neste ciclo: Ponta Porã (608,281 mil toneladas),Sidrolândia (537,883 mil toneladas), Dourados(471,471 mil toneladas), São Gabriel do Oeste (382,818 mil toneladas), Aral Moreira (338,826 mil toneladas), Rio Brilhante (300,108 mil toneladas), Naviraí (283,879 mil toneladas), Laguna Carapã (280,119 mil toneladas) e Chapadão do Sul (274,901 mil toneladas). 
Já em produtividade os campeões sul-mato-grossenses da temporada foram os produtores deSão Gabriel do Oeste, com média de 3.360 quilos por hectare o que representa 56 sacas de 60 quilos por hectares. Depois também aparecem com destaque os sojicultores de Costa Rica, com 55 sacas por hectare e de Bela vista, com 54,9 sacas por hectare. A média estadual ficou em 50,5 sacas por hectare.
A Aprosoja/MS apontou que apesar das problemas que os produtores enfrentaram no ciclo em razão das variações climáticas, o resultado final da safra é positivo, mas poderia ter sido muito melhor, com a produção atingindo um patamar de 8 milhões de toneladas. 
A entidade destaca que um dos principais problemas climáticos da temporada foi o excesso de chuva durante o ciclo, o que dificultou o manejo da lavoura, prejudicou o desenvolvimento de grãos, provocou a perda de lavouras inteiras que foram alagadas e atrapalhou ainda o escoamento da produção.
De acordo com a associação, a média acumulada de chuvas nesta safra foi de aproximadamente 982,3 milímetros, um volume 215 milímetros superior ao ciclo anterior.
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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Caixa Alta

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terça-feira, 3 de maio de 2016

UEMS oferece 60 vagas para portador de diploma em dez cidades
A Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) abriu processo seletivo para portadores de diploma. São mais de 60 vagas em dez cidades para quem já tem uma graduação e quer fazer outro curso.

As vagas são exclusivas para ingresso no ano letivo de 2016. As inscrições devem ser protocoladas nas Secretarias Acadêmicas dos cursos escolhidos, somente na quinta-feira (5) e sexta-feira (6).

Para se inscrever na seleção é preciso apresentar uma cópia autenticada do diploma de curso superior de graduação; cópia do histórico escolar do curso de graduação, contendo carga horária e notas das disciplinas cursadas com aprovação; tabela de conversão do sistema de avaliação de conceitos em notas, quando for o caso, se não constar do histórico escolar e cópia dos programas das disciplinas cursadas com aprovação, devidamente visados pela instituição de ensino superior.

O candidato que tenha concluído curso de graduação na Uems fica dispensado de apresentar tabela de conversão e programas das disciplinas.

Quem concluiu curso de graduação em outra instituição e não tem em mãos o diploma de graduação devidamente registrado, poderá apresentar atestado, declaração ou certidão de conclusão de curso, acompanhado de documento que comprove o reconhecimento do curso e de declaração de que o diploma encontra-se em fase de registro na instituição de origem.

Confira abaixo as vagas em cada cidade:
Tabela de vagas divulgada pela Uems.



Campo Grande News

domingo, 6 de setembro de 2015

Em Ponta Porã haverá a palestra Meditação e a Excelência Humana no dia 08 às 19h.

Campo Grande recebe retiro de ioga com monge filipino em setembro

O evento será entre os dias 11 e 13 de setembro



  • Além de palestras haverão exercícios práticos (Divulgação/Simone Voar)


  • Monge de Tantra Yoga Acarya Jinanananda Avadhuta ministra palestras e realiza VI retiro da Ananda Marga em Campo Grande de 11 a 13 de setembro.
    O encontro, que reúne cada vez mais pessoas, tenta demonstrar como ferramentas existentes dentro de cada ser humano podem transformar a vida e o universo em redor. O retiro conduz os participantes a redescobrir e cultivar a vivência espiritual, experimentando uma consciência mais elevada para manter uma vida mais leve e feliz.
    O evento será na Chácara Chakra Azul (chácara dos poderes NS09), com as seguintes atividades: Meditação; Yoga (ásanas); Palestras; Alimentação lacto – vegetariana e Convivência em grupo.
    A palavra yoga, vem do idioma sânscrito, que significa unir. Muito mais que um exercício que contribui para o controle do estresse, o combate a depressão e a melhora da ansiedade, a yoga é uma técnica milenar que beneficia amplamente a saúde, integrando de forma harmônica o corpo e a mente. Para levar um pouco mais de conhecimento prático sobre os benefícios desta técnica, Campo Grande recebe neste mês de setembro o monge da Ananda Marga, Acarya Jinanananda Avadhuta.
    “Yoga para a saúde integral” e abordará como a yoga pode ser utilizada como um instrumento de suporte ao corpo, possibilitando uma interação pacífica com os hormônios responsáveis por grande parte dos sintomas de nossas aflições psíquicas.
    “A crise global e suas saídas”, enfatizará o papel de cada um de nós como ferramenta fundamental para as mudanças buscadas pela humanidade.Todos os temas são trabalhados de maneira dinâmica, em palestras interativas e abertas a perguntas.
    Conhecido como Dada (irmão mais velho), o monge Jinanananda ministrará quatro palestras no estado neste mês de setembro.
    Sendo às três primeiras na capital, com o tema A mente humana e suas possibilidades, no domingo dia 06 às 19h na rua Sergipe, 1393.
    A segunda Yoga para a Saúde Integral, será realizada dia 09 quarta feira, na rua do Março 1363, bairro Vilas Boas
    A terceira palestra será no dia 10 às 18h com o tema Era da transição planetária, ocorrerá na rua 26 de Agosto, 850.
    Já em Ponta Porã haverá a palestra Meditação e a Excelência Humana no dia 08 às 19h. As atividades serão desenvolvidas com o Dada Jinanananda e a Didi Ananda Jaya que tem contribuído bastante com a nossa cidade.
    Interessados em participar do retiro, que tem vagas limitadas, ou saber mais informações sobre as palestras, podem entrar em contato com a organização dos eventos no telefone 67 9248 2367.
    Palestrante
    Dada Jinanananda  realizou sua formação como Acarya Avadhuta e professor de Tantra Yoga com o mestre indiano Shrii Shrii Anandamurti. Trabalha na organização sócio espiritual Ananda Marga e atuou durante 11 anos na Índia, Indonésia, Tailândia, Filipinas e demais países do sudeste asiático. Trabalha no Brasil desde 1999 com desenvolvimento social e espiritual.
    Didi Jaya é nascida nas Filipinas e praticante do Tantra Yoga há 31 anos. Atualmente trabalha no Brasil como coordenadora das escolas neo-humanistas de São Paulo pela ONG Internacional Ananda Marga Universal Relief Team (Amurt-Amurtel)

    quarta-feira, 2 de setembro de 2015

    Exército irá conter conflitos em Mato Grosso do Sul




    Por Redação, com ABr – de Brasília:
    Três dias após a morte do índio Simião Vilhalva, no município sul-mato-grossense de Antônio João, tropas do Exército iniciaram nesta terça-feira a Operação Dourados para conter o conflito entre grupos indígenas e produtores rurais. A ação ocorre inicialmente em quatro cidades do Estado: Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista e Ponta Porã.

    O conflito se intensificou no sábado no município de Antônio João, na fronteira do Brasil com Paraguai
    O conflito se intensificou no sábado no município de Antônio João, na fronteira do Brasil com Paraguai
    Atendendo à solicitação do governador Reinaldo Azambuja, a presidenta Dilma Rousseff autorizou o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, braço militar do Ministério da Defesa, a planejar e desenvolver ações de garantia da lei e da ordem nos próximos 30 dias nessas localidades.
    De acordo com o Ministério da Justiça, o aparato militar envolverá o Exército e poderá contar também, caso haja necessidade, com tropas da Marinha e da Aeronáutica. Em documento encaminhado à presidenta Dilma, Azambuja ressaltou que o atual contingente da Polícia Militar e da Força Nacional de Segurança se tornou insuficiente diante do acirramento do conflito. O governo argumentou ainda que a disputa entre grupos indígenas e produtores rurais na região pode atingir “grandes proporções”.
    O conflito se intensificou no sábado no município de Antônio João, na fronteira do Brasil com Paraguai, a 402 quilômetros (km) de Campo Grande, capital sul-mato-grossense. De acordo com governo do Estado, nove propriedades rurais foram ocupadas por grupos indígenas, o que provocou reação de produtores rurais.
    Na segunada-feira, o governador Reinaldo Azambuja reuniu-se com representantes do Comando Militar do Oeste e autoridades de segurança pública para avaliar o agravamento do conflito. A partir do encontro, Azambuja formalizou o pedido ao governo federal para que o Exército atue na região.

    terça-feira, 1 de setembro de 2015

    Campo Grande e Ponta Porã receberão profissionais do Mais Médicos em setembro

    As vagas foram preenchidas na segunda chamada do edital de reposição

    DA REDAÇÃO31 de Agosto de 2015 | 17h38

    A partir desta terça-feira (1º), dois médicos brasileiros iniciarão as atividades em dois municípios sul-mato-grossenses -- Campo Grande e Ponta Porã -- por meio do Programa Mais Médicos. As vagas foram preenchidas na segunda chamada do edital de reposição, publicado em julho deste ano.

    Em todo o país, serão 60 profissionais em 60 cidades nesta fase. Com isso, 100% da demanda nesta etapa foi atendida com profissionais brasileiros formados no país. A atuação desses participantes levará assistência a mais 200 mil pessoas de todas as regiões.

    “A participação recorde de profissionais brasileiros que estamos obtendo com as chamadas neste ano demostra a consolidação do Programa. Agora, serão mais 60 municípios que receberão médicos para seguir desenvolvendo as atividades com atendimento na atenção básica, realizando consultas, ações de promoção da saúde até atendimentos de pequenas urgências”, destaca o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto.

    Os médicos selecionados nesta etapa têm até hoje (31) para apresentar as documentações aos gestores municipais. O Nordeste foi a região mais beneficiada, com 24 médicos. O Sudeste receberá 20 profissionais, seguido do Centro-Oeste (7), Sul (7) e o Norte com 2 participantes alocados.

    Ao todo, 276 vagas foram solicitadas por 200 municípios no edital de reposição, sendo oito delas em quatro cidades de Mato Grosso do Sul. Na primeira chamada, 266 profissionais foram alocados em 193 cidades. No entanto, além das dez oportunidades não preenchidas no primeiro chamamento, outros 50 médicos não confirmaram a participação e tiveram as vagas reabertas na segunda chamada.

    terça-feira, 25 de agosto de 2015

    Depois de Maracaju, Ponta Porã aparece na relação dos principais produtores de soja de Mato Grosso do Sul nesta safra, com 504,252 mil toneladas;

    MS registra a maior safra de soja de sua história, 6,890 mi de toneladas

    Produção cresceu em razão do aumento da área e da produtividade.
    Maracaju se manteve como o principal produtor de soja do estado.

    Anderson Viegas Do Agrodebate
    Soja armazena em silos em Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução/TV Morena) 
    MS registrou a maior safra de soja de sua história no ciclo 2014/2015 (Foto: Reprodução/TV Morena)

    Mato Grosso do Sul encerrou nesta semana a colheita da safra de soja e registrou no ciclo 2014/2015 a maior produção de soja de sua história, com 6,890 milhões de toneladas. O número foi divulgado pelo Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga), da Associação dos Produtores da Oleaginosa (Aprosoja/MS), nesta quarta-feira (8).
    Em relação as 6,148 milhões de toneladas colhidas na temporada passada, o incremento neste ciclo foi 12%. Esse aumento de produção se deve ao crescimento de 8,4% na área cultivada com a oleaginosa na comparação das duas safras (2013/2014 e 2014/2015), que passou de 2,120 milhões de hectares para 2,300 milhões de hectares e também a ampliação de 3,3% na produtividade, que subiu de 48,3 sacas por hectare (2.900 quilos por hectare) para 49,9 sacas por hectare (2.995 quilos por hectare).
    Conforme o Siga, o município de Maracaju, a 157 quilômetros de Campo Grande se manteve nesta temporada como o principal produtor de soja do estado. Os produtores da cidade cultivaram 249,960 mil hectares com a oleaginosa, o que representou 13,56% de toda a área semeada com o grão em Mato Grosso do Sul e colheram 778,405 mil toneladas, o equivalente a 11,29% da produção sul-mato-grossense.
    Depois de Maracaju, aparecem na relação dos principais produtores de soja de Mato Grosso do Sul nesta safra as cidades de: Ponta Porã, com 504,252 mil toneladas; Sidrolândia, com 481,218 mil toneladas, Dourados, com 457,222 mil toneladas  e São Gabriel do Oeste, com 343,099 mil toneladas.
    Em contrapartida, a maior produtividade do ciclo foi obtida em Itaporã, com 3.235 quilos por hectare, ou 53 sacas por hectare. Depois, com 52 sacas por hectare aparecem Chapadão do Sul e Sonora, e com 51 outros cinco municípios: Alcinópolis, Costa Rica, Maracaju, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia. Já a menor rentabilidade das lavouras foi registrada em Dourados, Fátima do Sul, Itaquiraí e Nova Alvorada do Sul, com média de 46 sacas por hectare.
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